Ferramenta · Escrita jurídica
Cole um parágrafo seu: um post, um trecho de parecer, um e-mail para cliente. O Teste mede a clareza da linguagem e, com três perguntas, a substância do que você diz. Raso e acessível são coisas diferentes, e o resultado mostra de que lado o seu texto está.
Funciona melhor com um a três parágrafos. Deixamos um exemplo para você ver o Teste em ação; apague e cole o seu.
A clareza depende de quem lê. E nenhum programa consegue medir sozinho se um texto diz algo que vale a pena; essa parte é com você.
Atualiza enquanto você escreve e responde.
O seu texto, marcado
O que pesou na clareza
Seu lugar no mapa
Seu plano de revisão
Pronto. Uma cópia das suas notas e do plano de revisão (sem o seu texto) está a caminho do seu e-mail. Se não aparecer em alguns minutos, confira a caixa de promoções.
Quer escrever peças e pareceres que o cliente entende de primeira? Na mentoria, a sua escrita entra no plano de desenvolvimento da sua carreira.
Clareza. Metade da nota vem do Índice de Legibilidade de Flesch adaptado ao português por Martins e colegas (1996), que combina o tamanho das frases e o número de sílabas das palavras. A outra metade vem de cinco sinais comuns na escrita jurídica: frases longas, juridiquês, ressalvas, voz passiva e excesso de substantivos terminados em -ção e -mento. Para textos dirigidos a juiz ou tribunal, o peso do vocabulário técnico cai pela metade.
Substância. Três perguntas que só quem escreveu pode responder: o texto ensina algo, toma posição e mostra ao leitor o que fazer com isso.
Quatro leituras. Clareza a partir de 60 e substância a partir de 50 dividem o mapa em acessível, hermético, raso e rascunho. A ideia vem do artigo O orgulho de não ser raso: simplificar sem distorcer é uma das provas mais confiáveis de domínio.
Privacidade. Toda a análise roda no seu navegador. Nenhuma parte do texto é enviada, nem quando você deixa o e-mail.
Limites. Fórmulas de legibilidade medem a superfície do texto. Elas ajudam a encontrar o que travar a leitura, mas não substituem a releitura com o leitor real em mente.